OBJETIVO PRINCIPAL:
I. Demonstrar a melhora na sobrevida livre de progressão (PFS) no braço de transplante autólogo de células-tronco (ASCT) em comparação com o braço de observação.
OBJETIVOS SECUNDÁRIOS:
I. Avaliar a diferença na sobrevida global (OS) entre o braço de observação e o braço de transplante autólogo de células-tronco (ASCT).
II. Avaliar as diferenças no benefício da intervenção do estudo para PFS e OS pelos fatores de estratificação da randomização (histologia e escolha da quimioterapia de indução).
III. Avaliar a incidência cumulativa de recaída e mortalidade entre o braço de observação e o braço de transplante autólogo de células-tronco (ASCT).
OBJETIVO EXPLORATÓRIO:
I. Determinar o impacto da doença residual mínima (MRD) no benefício do transplante autólogo de células-tronco (ASCT).
ESQUEMA: Os pacientes são randomizados para 1 de 2 braços.
BRAÇO I: Os pacientes recebem observação padrão de cuidado no estudo. Os pacientes também passam por coleta de amostra de sangue e aspiração e biópsia opcionais de medula óssea no estudo, e tomografia computadorizada (CT) ou tomografia por emissão de pósitrons (PET)/CT ao longo do estudo.
BRAÇO II: Os pacientes recebem mobilização de células-tronco e depois passam por leucaférese conforme o padrão de cuidado. Os pacientes também recebem quimioterapia em alta dose seguida de ASCT conforme o padrão de cuidado. Além disso, os pacientes passam por coleta de amostra de sangue e aspiração e biópsia opcionais de medula óssea no estudo, e CT ou PET/CT ao longo do estudo.
Após a conclusão do tratamento do estudo, os pacientes são acompanhados a cada 3 meses por 2 anos, a cada 6 meses por 3 anos e, depois, anualmente por até 7 anos, para um total de 12 anos a partir da data da randomização.