1
Detecção de risco
Analisamos o comportamento e o feedback de cada paciente para reconhecer os sinais precoces de abandono.2
Comunicação personalizada
Entramos em contato com o paciente em risco para entender o motivo real: motivação, situação socioeconômica, dificuldade para chegar ao centro ou vínculo com a equipe.3
Plano de ação sob medida
Definimos ações concretas para responder a essa necessidade e as trabalhamos com o centro em sessões periódicas, com prazos e objetivos.4
Monitoramento
Medimos se o plano funcionou, se o ponto crítico foi resolvido e como evoluiu o vínculo do paciente com o centro.