Estimulação do Cordão Lateral como um Novo Tratamento para Paralisia Cerebral Espástica Refratária
40 pacientes em todo o mundo
Disponível em Argentina
PROJETO A estimulação lateral da medula espinal foi considerada pelo autor como sendo empregada em pacientes com paralisia cerebral espástica com o objetivo de melhorar o tônus, a função motora e a fala.
No entanto, como foi demonstrado que atua sobre os fenômenos básicos relacionados à espasticidade, isto é, as respostas espinais propagadas, seu uso poderia ser estendido a outras formas de doença espástica, como membros espásticos pós-AVC, malformações congênitas cerebrais que produzem espasticidade e distúrbios motores como sinais principais, encefalopatia pós-anóxica, etc.
Neste ensaio clínico preliminar, classificado como fase 3, nossa amostra deve ser muito limitada para assegurar condições estáveis de significância estatística; portanto, nosso grupo vai ser circunscrito a certas condições e patologia.
No futuro, à medida que o método possa ampliar seu uso, a extensão das indicações em outras condições patológicas é aconselhável; assim, suas possibilidades de comercialização poderiam ser ampliadas com seu uso em um espectro mais amplo de pacientes espásticos.
Os riscos calculados são semelhantes aos relacionados com a antiga técnica cirúrgica chamada técnica de "Scoville", atualmente empregada há algum tempo para discectomia cervical (6)
Plano investigacional O objetivo deste ensaio clínico é reduzir a espasticidade e, por esse meio, melhorar a condição de pacientes com paralisia cerebral espástica por estimulação elétrica lateral extradural da medula, usando eletrodos e neuroestimuladores atualmente empregados Esses dispositivos já estão aprovados pela FDA e são atualmente usados para Estimulação da Coluna Dorsal com o objetivo de tratar dor crônica e espasticidade (torcicolo espasmódico).
Juan Carlos M. Andreani MD
40Pacientes no mundo
Este estudo é para pessoas com
Paralisia cerebral
requisitos para o paciente
De 16 anos
Todos os gêneros
Requisitos médicos
Com dezesseis anos ou mais.
Paralisia cerebral espástica com condição estável.
Deficiência motora unilateral ou predominantemente unilateral.
Problemas de fala clinicamente evidentes.
Q.I. normal ou ligeiramente subnormal
Sem transtornos psiquiátricos.
Problemas cardíacos ou respiratórios graves.
Posturas anormais fixas (exceto se previamente corrigidas por cirurgia ortopédica).
Infecções brônquicas ou pulmonares crônicas recorrentes.