PROJETO A estimulação lateral da medula espinal foi considerada pelo autor como sendo empregada em pacientes com paralisia cerebral espástica com o objetivo de melhorar o tônus, a função motora e a fala.
No entanto, como foi demonstrado que atua sobre os fenômenos básicos relacionados à espasticidade, isto é, as respostas espinais propagadas, seu uso poderia ser estendido a outras formas de doença espástica, como membros espásticos pós-AVC, malformações congênitas cerebrais que produzem espasticidade e distúrbios motores como sinais principais, encefalopatia pós-anóxica, etc.
Neste ensaio clínico preliminar, classificado como fase 3, nossa amostra deve ser muito limitada para assegurar condições estáveis de significância estatística; portanto, nosso grupo vai ser circunscrito a certas condições e patologia.
No futuro, à medida que o método possa ampliar seu uso, a extensão das indicações em outras condições patológicas é aconselhável; assim, suas possibilidades de comercialização poderiam ser ampliadas com seu uso em um espectro mais amplo de pacientes espásticos.
Os riscos calculados são semelhantes aos relacionados com a antiga técnica cirúrgica chamada técnica de "Scoville", atualmente empregada há algum tempo para discectomia cervical (6) Plano investigacional O objetivo deste ensaio clínico é reduzir a espasticidade e, por esse meio, melhorar a condição de pacientes com paralisia cerebral espástica por estimulação elétrica lateral extradural da medula, usando eletrodos e neuroestimuladores atualmente empregados Esses dispositivos já estão aprovados pela FDA e são atualmente usados para Estimulação da Coluna Dorsal com o objetivo de tratar dor crônica e espasticidade (torcicolo espasmódico).